Dizem que, entre as brumas de uma floresta tropical no litoral do Rio de Janeiro, uma deusa repousava entre folhas de bananeira e flores exóticas. Seu nome era Ellara. Em uma tarde quente de verão, quando o ar era doce como fruta madura, Ellara despertou.
Na clareira onde dormia, surgiu um baú antigo, dourado, como se a própria floresta o tivesse protegido ao longo do tempo. Dentro dele, repousava uma única garrafa luminosa, envolta por folhas e flores: o primeiro tesouro líquido.
Seu aroma perfumava o vento. Seu sabor envolvia como um ritual. Desde então, onde pousa o raro tucano de bico dourado, diz-se que a presença da deusa também habita.
Cada garrafa de Ellara é um convite a sentir:
um gole da floresta,
um sopro da deusa,
um instante de encantamento